Olá queridos.
Me perdoem pela ausência. Estou viajando à trabalho e confesso que estou com pouco tempo para atualizar este blog.
Mas durante o carnaval, eu não poderia deixar de passar aqui pra deixar mais uma vez o meu recadinho.
Sei que muitos viajam à procura de descanso ( este é o meu caso ). Outros vão ao encontro de festas, agitos e badalações.
Em algumas festas é fácil encontrar muito álcool e drogas. Beba com moderação. Não vale muito à pena curtir as festas regado à álcool e drogas.
Drogas? NÃO!
Vai beber? NÃO dirija mesmo.
Está afim de curtição com várias gatinhas? USE CAMISINHA.
Isso serve para as meninas também. ( Óbvio!! ) Nada de ceder sem proteção só porque o cara é um gato, sarado e gostoso. Preserve a sua saúde para curtir vários carnavais.
Desejo um ótimo carnaval com muita saúde e paz. Nos encontramos na quarta-feira de cinzas. =)
Beijos e abraços,
Isabel
06 março, 2011
31 março, 2010
Pulseira do sexo - Violência com esta "moda" perigosa.
Aparentemente inofensivas, pulseiras coloridas, chamadas pelos adolescentes de "pulseiras do sexo", "pulseiras da malhação" ou "pulseira da amizade", levaram uma menina de 13 anos a ser estuprada e abusada sexualmente por quatro pessoas em Londrina, no norte do Paraná. Um dos agressores tem 18 anos e os outros são menores. Em razão da gravidade do caso, o juiz da Vara da Infância e Juventude de Londrina, Ademir Ribeiro Richter, proibiu hoje a venda das pulseiras na cidade. A Câmara Municipal também discute a proibição.
As pulseiras finas de silicone começaram a ter conotação sexual na Inglaterra, com cada cor representando uma atitude, que vai desde um abraço até a prática de sexo. O comando para que o parceiro realize a ação é feito quando um arrebenta a pulseira do outro. De acordo com o delegado da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, William Douglas Soares, o comando foi dado por volta do meio-dia do dia 15, no terminal central de transporte coletivo de Londrina.
A vítima e três dos autores tinham se conhecido no dia 14 no mesmo lugar, quando ela saíra da escola e esperava o ônibus para retornar para casa. No dia seguinte, um dos homens chegou até a adolescente e arrebentou a pulseira preta, que convencionalmente representaria o sexo. "Ficou muito claro que a motivação foi o uso da pulseira, porque eles não tinham laço de amizade", afirmou o delegado. "Ela disse que, depois que arrebentou, eles pressionaram que ela teria que fazer e ela se sentiu constrangida e os acompanhou até a casa de um deles."
A família da menina procurou a Delegacia do Adolescente somente no dia 23 relatando o fato. A adolescente foi entregue ao Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) para que tenha acompanhamento psicológico. Para o rapaz de 18 anos, a legislação prevê, em caso de condenação, pena de 8 a 15 anos, enquanto os menores poderão ser encaminhados para medidas socioeducativas ou para internação.
As pulseiras finas de silicone começaram a ter conotação sexual na Inglaterra, com cada cor representando uma atitude, que vai desde um abraço até a prática de sexo. O comando para que o parceiro realize a ação é feito quando um arrebenta a pulseira do outro. De acordo com o delegado da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, William Douglas Soares, o comando foi dado por volta do meio-dia do dia 15, no terminal central de transporte coletivo de Londrina.
A vítima e três dos autores tinham se conhecido no dia 14 no mesmo lugar, quando ela saíra da escola e esperava o ônibus para retornar para casa. No dia seguinte, um dos homens chegou até a adolescente e arrebentou a pulseira preta, que convencionalmente representaria o sexo. "Ficou muito claro que a motivação foi o uso da pulseira, porque eles não tinham laço de amizade", afirmou o delegado. "Ela disse que, depois que arrebentou, eles pressionaram que ela teria que fazer e ela se sentiu constrangida e os acompanhou até a casa de um deles."
A família da menina procurou a Delegacia do Adolescente somente no dia 23 relatando o fato. A adolescente foi entregue ao Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) para que tenha acompanhamento psicológico. Para o rapaz de 18 anos, a legislação prevê, em caso de condenação, pena de 8 a 15 anos, enquanto os menores poderão ser encaminhados para medidas socioeducativas ou para internação.
19 março, 2010
Crack
O crack se alastra porque é uma droga barata e mais viciante (e devastadora) que as outras. Drogas como maconha, cocaína e LSD foram ícones de uma época - chegaram às ruas quase como um passaporte de entrada obrigatório para certos círculos sociais, principalmente nos anos 70 (maconha) e 80 (cocaína). Já o crack nunca teve glamour. A Cracolândia, área mais degradada do decadente centro de São Paulo, era praticamente seu único habitat. Acabou se alastrando no boca a boca, chegando à classe média. "Não existe essa coisa de droga de pobre ou droga de rico", diz o dr. Carlos Salgado, presidente da Abead (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas). "Uma droga leva à outra. Quem fuma maconha pode passar a fumar crack quando ouve que aquilo vai dar um barato maior."
O crack nasceu nos guetos americanos e se alastrou pelo mundo, principalmente nas grandes cidades. Mas hoje já há relatos de grupos de viciados até em plantações de cana no Brasil. Nas cidades do interior, lugares como rodoviárias e praças centrais parecem ter se tornado "filiais" da cracolândia paulistana.
No Rio, os próprios traficantes coibiam a disseminação do crack devido ao seu enorme potencial viciante - havia o risco de os "funcionários" do tráfico ficarem "inúteis" depois de consumirem o crack e, por ser uma droga mais barata, o foco das vendas sempre foi a maconha e a cocaína. "Mas agora isso saiu de controle. Vejo o crack se alastrando de forma alarmante", diz o rapper MV Bill, espécie de líder comunitário da Cidade de Deus, uma das regiões mais pobres do Rio de Janeiro. "Vejo crianças se viciando. Vejo meninos partindo para o latrocínio e meninas se prostituindo em troca de crack. É um cenário muito preocupante e vejo pouca movimentação das autoridades no sentido de coibir o crescimento dessa droga", emenda MV Bill. Novidade
Dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro mostram que o crack é a única droga que cresce em número de apreensões no estado. Dos entorpecentes apreendidos pela polícia em 2009, 10,8% eram crack. No ano anterior, esse número foi de 9%. Maconha (49,9%) e cocaína (37,3%) ainda lideram o ranking com folga. Mas isso porque o crack ainda é novidade no Rio. "Essa sempre foi uma droga muito consumida em São Paulo. Aqui era muito raro ver dependente de crack", relata MV Bill.
A droga cresce também em Salvador. Dentre os viciados em entorpecentes atendidos pelo Programa de Redução de Danos da Universidade Federal da Bahia, 26% eram usuários de crack em 2006. Três anos depois esse número chegou a 37,8%.
De acordo com um levantamento do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da UFRGS, o crack representa 39% dos atendimentos psiquiátricos no Brasil. A dependência da droga deixa o usuário em constante estado de paranoia - ou simplesmente "noia", como eles dizem. Quando o viciado tem o crack, ele fica em alerta para que ninguém tire a droga dele. Quando não a tem, procura desesperadamente formas de conseguir dinheiro para mais algumas "pedras." É aí que surgem os outros crimes ligados ao uso de entorpecente - roubos, furtos, latrocínios, prostituição. Tudo para conseguir a droga.
A pesquisa da UFRGS mostrou também que a grande maioria dos usuários de crack que buscaram ajuda especializada são homens (81,9%) jovens (31 anos, abaixo da média geral para outros tipos de viciados, que é de 42). O nível de desemprego é altíssimo: 52,2%, muito acima da média nacional, que é de pouco mais de 7%.
O crack nasceu nos guetos americanos e se alastrou pelo mundo, principalmente nas grandes cidades. Mas hoje já há relatos de grupos de viciados até em plantações de cana no Brasil. Nas cidades do interior, lugares como rodoviárias e praças centrais parecem ter se tornado "filiais" da cracolândia paulistana.
No Rio, os próprios traficantes coibiam a disseminação do crack devido ao seu enorme potencial viciante - havia o risco de os "funcionários" do tráfico ficarem "inúteis" depois de consumirem o crack e, por ser uma droga mais barata, o foco das vendas sempre foi a maconha e a cocaína. "Mas agora isso saiu de controle. Vejo o crack se alastrando de forma alarmante", diz o rapper MV Bill, espécie de líder comunitário da Cidade de Deus, uma das regiões mais pobres do Rio de Janeiro. "Vejo crianças se viciando. Vejo meninos partindo para o latrocínio e meninas se prostituindo em troca de crack. É um cenário muito preocupante e vejo pouca movimentação das autoridades no sentido de coibir o crescimento dessa droga", emenda MV Bill. Novidade
Dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro mostram que o crack é a única droga que cresce em número de apreensões no estado. Dos entorpecentes apreendidos pela polícia em 2009, 10,8% eram crack. No ano anterior, esse número foi de 9%. Maconha (49,9%) e cocaína (37,3%) ainda lideram o ranking com folga. Mas isso porque o crack ainda é novidade no Rio. "Essa sempre foi uma droga muito consumida em São Paulo. Aqui era muito raro ver dependente de crack", relata MV Bill.
A droga cresce também em Salvador. Dentre os viciados em entorpecentes atendidos pelo Programa de Redução de Danos da Universidade Federal da Bahia, 26% eram usuários de crack em 2006. Três anos depois esse número chegou a 37,8%.
De acordo com um levantamento do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da UFRGS, o crack representa 39% dos atendimentos psiquiátricos no Brasil. A dependência da droga deixa o usuário em constante estado de paranoia - ou simplesmente "noia", como eles dizem. Quando o viciado tem o crack, ele fica em alerta para que ninguém tire a droga dele. Quando não a tem, procura desesperadamente formas de conseguir dinheiro para mais algumas "pedras." É aí que surgem os outros crimes ligados ao uso de entorpecente - roubos, furtos, latrocínios, prostituição. Tudo para conseguir a droga.
A pesquisa da UFRGS mostrou também que a grande maioria dos usuários de crack que buscaram ajuda especializada são homens (81,9%) jovens (31 anos, abaixo da média geral para outros tipos de viciados, que é de 42). O nível de desemprego é altíssimo: 52,2%, muito acima da média nacional, que é de pouco mais de 7%.
Fonte: Yahoo.
06 março, 2010
Pesquisa revela que 90% dos jovens sofrem ou praticam violência no relacionamento...
A violência entre casais no Brasil está mais precoce, menos unidirecional e assume também, nos dias atuais, um caráter mais virtual. Pesquisa recente, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz em 10 capitais de todas as regiões do país, revelou que nove em cada 10 jovens na faixa etária entre 15 e 19 anos sofrem ou praticam variadas formas de violência – dentre as quais a exposição de fotos íntimas na internet como forma de humilhação.
Os dados coletados com 3,2 mil adolescentes expõem um elemento que se choca com o senso comum de que os homens são, geralmente, os agressores. Agressões verbais, como provocações, cenas de ciúmes e tom hostil, e investidas sexuais – como forçar o beijo ou tocar sexualmente o parceiro sem que este queira – fazem parte do arsenal de violência utilizado por ambos os sexos.
A pesquisadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (CLAVES/Fiocruz) Kathie Njaine, que coordenou a pesquisa “Violência entre namorados adolescentes: um estudo em dez capitais brasileiras”, destaca que o panorama deve ser refletido a partir de múltiplas causas. “A violência pode vir da família, da comunidade em que o jovem vive e da escola”, afirma.
Segundo o estudo, as garotas são, ao mesmo tempo, as maiores agressoras e vítimas de violência verbal. Por outro lado, em termos de violência sexual, os rapazes encabeçam as estatísticas como os maiores agressores. Enquanto 49% dos homens relatam praticar esse tipo de agressão, 32,8% das moças admitem o mesmo comportamento.
Veja mais sobre a reportagem: http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=70582&edt=1
Os dados coletados com 3,2 mil adolescentes expõem um elemento que se choca com o senso comum de que os homens são, geralmente, os agressores. Agressões verbais, como provocações, cenas de ciúmes e tom hostil, e investidas sexuais – como forçar o beijo ou tocar sexualmente o parceiro sem que este queira – fazem parte do arsenal de violência utilizado por ambos os sexos.
A pesquisadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (CLAVES/Fiocruz) Kathie Njaine, que coordenou a pesquisa “Violência entre namorados adolescentes: um estudo em dez capitais brasileiras”, destaca que o panorama deve ser refletido a partir de múltiplas causas. “A violência pode vir da família, da comunidade em que o jovem vive e da escola”, afirma.
Segundo o estudo, as garotas são, ao mesmo tempo, as maiores agressoras e vítimas de violência verbal. Por outro lado, em termos de violência sexual, os rapazes encabeçam as estatísticas como os maiores agressores. Enquanto 49% dos homens relatam praticar esse tipo de agressão, 32,8% das moças admitem o mesmo comportamento.
Veja mais sobre a reportagem: http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=70582&edt=1
26 outubro, 2009
Site de busca por pessoas desaparecidas.
Tentando de alguma forma ajudar inúmeras famílias que sem desanimar e com muita esperança procuram por seus desaparecidos.
Desta forma decidi colocar aqui o site disponível de busca e que, também , contém fotos de pessoas que desapareceram.
Desta forma decidi colocar aqui o site disponível de busca e que, também , contém fotos de pessoas que desapareceram.
Encaminhe esse site para todos os contatos. Uma boa ação pode salvar vidas!
Grande abraço !!
Isabel
26 junho, 2009
Drogas X Nossas crianças: Destruição de lares!
Estava assistindo um noticiário na TV onde o tema era sobre menores infratores, drogas e abandono social / familiar.
Me deu uma dor no coração quando apareceu um caso de uma mãe, com cancêr, indo reencontrar seu único filho, menor de idade ( aproximadamente uns 11 anos ), depois de 6 meses internado na FEBEM.
Neste encontro emocionante, ela pedia a seu filho que lhe desce mais alguns momentos de vida, pois com cancêr, ela estava com medo de deixa-lo só.
Me coloquei no lugar daquela mãe. Mesmo muito doente, ela estava muito preocupada com o futuro de seu filho.
Ele prometeu à ela que não faria mais o uso de drogas, nem roubaria mais.
Com lágrimas no olhos ele disse ao repórter que estava preso por roubar. Ele roubava pra obter a tal droga. E disse também que não faria mais por que estava muito preocupado com sua mãe:
E se ela morrer, senhor? Vou ficar com quem? Vou ficar largado??
Foi de cortar o coração.
O que as drogas estão fazendo com estas crianças, meu Deus?
Destruição de famílias!
Me deu uma dor no coração quando apareceu um caso de uma mãe, com cancêr, indo reencontrar seu único filho, menor de idade ( aproximadamente uns 11 anos ), depois de 6 meses internado na FEBEM.
Neste encontro emocionante, ela pedia a seu filho que lhe desce mais alguns momentos de vida, pois com cancêr, ela estava com medo de deixa-lo só.
Me coloquei no lugar daquela mãe. Mesmo muito doente, ela estava muito preocupada com o futuro de seu filho.
Ele prometeu à ela que não faria mais o uso de drogas, nem roubaria mais.
Com lágrimas no olhos ele disse ao repórter que estava preso por roubar. Ele roubava pra obter a tal droga. E disse também que não faria mais por que estava muito preocupado com sua mãe:
E se ela morrer, senhor? Vou ficar com quem? Vou ficar largado??
Foi de cortar o coração.
O que as drogas estão fazendo com estas crianças, meu Deus?
Destruição de famílias!
31 maio, 2009
Dia Mundial Contra o Fumo.
Mas de 10 mil pessoas morrem por dia devido ao consumo de tabaco
Dia 31 de Maio marca o Dia Mundial contra o Fumo.
E a Organização Mundial de Saúde aproveita para alertar a população sobre os males do tabagismo, que é considerado a principal casa de morte evitável em todo mundo. São mais de 4,9 milhões de óbitos por ano, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia.
Entre as principais doenças causadas pelo tabaco, a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) é a que mais vem preocupando os médicos. O problema causa obstrução do fluxo aéreo e dificulta a respiração. De acordo com a professora de fisioterapia da UNINOVE, Adriana Marques Battagin, cerca de 90% dos casos da doença estão relacionados ao cigarro. Um fumante que consome dois maços por dia tem risco de 4 a5 vezes maior para desenvolver DPOC, comparado aos não fumantes , diz.
Outro ponto abordado na campanha deste ano é o contato passivo de crianças e adolescentes com o tabaco. A proximidade também traz prejuízos para o organismo dessas pessoas,q eu ainda são mais sensíveis (já que não estão habituadas a inspirar os componentes tóxicos do cigarro). Fumar, além de ser um hábito desagradável, causa impotência, aumenta o risco de câncer e de doenças cardíacas, entre outros males", alerta o oncologista Murilo Buso, do Centro de Câncer de Brasília.
Entre as principais doenças causadas pelo tabaco, a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) é a que mais vem preocupando os médicos. O problema causa obstrução do fluxo aéreo e dificulta a respiração. De acordo com a professora de fisioterapia da UNINOVE, Adriana Marques Battagin, cerca de 90% dos casos da doença estão relacionados ao cigarro. Um fumante que consome dois maços por dia tem risco de 4 a5 vezes maior para desenvolver DPOC, comparado aos não fumantes , diz.
Outro ponto abordado na campanha deste ano é o contato passivo de crianças e adolescentes com o tabaco. A proximidade também traz prejuízos para o organismo dessas pessoas,q eu ainda são mais sensíveis (já que não estão habituadas a inspirar os componentes tóxicos do cigarro). Fumar, além de ser um hábito desagradável, causa impotência, aumenta o risco de câncer e de doenças cardíacas, entre outros males", alerta o oncologista Murilo Buso, do Centro de Câncer de Brasília.
( Fonte : Yahoo.com )
29 abril, 2009
Conferência: Drogas e álcool na Empresa.



O abuso de drogas traz para as empresas a queda da produtividade, alta taxa de acidentes, diminuição de qualidade, aumento na incidência de roubos, absenteísmo, ausências durante o trabalho, atrasos constantes e problemas de relacionamento.Para auxiliar as empresas com essa delicada questão, a Catho Educação Executiva organizou a conferência “Como Lidar com Drogas e Álcool na Empresa”, que será realizada nos dias 22 e 23 de maio de 2009, no Hotel Blue Tree Towers – Faria Lima, São Paulo, SP.
Empresas já confirmadas:
» Recanto Maria Tereza
» CPTM
» SESI RS/ONU
» Centro de Dependência Química do Vila Serena
» GREA - Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas
» Caterpillar Brasil Ltda
» Tozzini Freire Teixeira e Silva Advogados
» Novo Rumo Consultoria em RH
» Sedlmayer De Santi Ass. em Recursos Humanos, a serviço da Volkswagen do Brasil.
Objetivos do evento:
» Apresentar os problemas causados pelo consumo de drogas e álcool na sociedade e organizações;
» Auxiliar na detectar o uso de drogas e álcool;
» Orientar sobre recuperação ou demissão de funcionários;
» Conhecer a estrutura de um programa de dependentes químicos;
» Apontar a importância de treinamento para conscientização do problema;
» Informar aspectos trabalhistas e sociais sobre o uso de drogas e álcool;
» Promover troca de experiências e networking.
End: Hotel Blue Tree Towers – Faria LimaAv. Brigadeiro Faria Lima, 3.989 – Vila Olímpia - SP.
23 abril, 2009
Família destruída...
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Inúmeras famílias são destruídas por conta das drogas. Neste exato momento, enquanto você lê esta postagem, uma família está perdendo algum filho, irmão, amigo para o mundo negro das drogas.
Todos sabem o quanto estes vícios acabam, não somente com o usuário, mas , principalmente com sua família.
Quando uma mãe chega ao extremo de tirar a vida de seu único filho [usuário de drogas].
( Porto Alegre / RS / Brasil )
Uma família de classe média alta sofreu com a perda de um filho usuário de drogas. Tobias Lee Manfred Hahn, de 24 anos, foi morto com 2 tiros pela mãe, Flávia Costa Hahn, de 60 anos. Flávia diz que seu filho estava sob efeito da droga e tentou matá-la. Ela vai responder o processo em liberdade. Alegou legítima defesa. Tobias já estava respondendo à processos por assaltos, furto e porte de drogas, além de lesão corporal.
Este é mais um exemplo dentre vários que não tenho acesso. Mais um exemplo de uma família sendo destruida por conta das drogas. Este submundo quebra todos os laços familiares, fazendo com que Pais e filhos não se reconheçam mais. Levando-os, literalmente, ao fundo do poço.
Até quando ?
- Até quando teremos uma sociedade quebrada por conta deste mercado negro?
- Até quando teremos filhos ou pais matando uns aos outros por conta das drogas?
- Até quando ficaremos presos em nossas casas com medo de traficantes?
- Até quando perderemos nossos filhos para estes traficantes?
Até quando ?
15 abril, 2009
Violência nas escolas.
Sei que este tema é um tanto antigo. Mas sei também que a violência adentra cada vez com mais
frequencia em nossos lares, trabalhos, ...
Lembro de ter lido em alguma coluna de jornal que em SP fizeram no ano de 2000 uma pesquisa sobre o aumento da violência nas escolas públicas de lá. Entre 500 escolas , pouco menos da metade, afirmaram que até então o número era crescente. ( Lembrando que a pesquisa fora feita no ano de 2000 ). E por agora?? Como estamos??
Mas é importante dizer que a violência nas escolas vem acompanhada de outros tantos fatores. Não é uma situação que começa e termina nas salas de aulas. É algo que, infelizmente, vai além.
Os jovens são "contaminados" quase que diariamente por diversos tipos de violência: Doméstica, verbal, social, comportamental, ... Esse contato que o aluno tem com a violência em casa ou na rua, torna-o o meio de transporte para adentrar na escola. Esse assunto é tão volumoso e merece muita reflexão.

E os traficantes estão por aí, de "colarinho branco" ou não. Fazendo uso de nossos irmãos, filhos, netos para que eles se tornem veículos humanos de drogas para dentro de instituições.
Uma boa gestão nas escolas deve ser o primordial. Mas devemos lembrar que a educação suprema vem de casa. Assistindo esta novela das 20hs na Rede Globo, "Caminho das Índias", os personagens César ( Antonio Calloni ) e Ilana ( Ana Beatriz Nogueira ) vejo o típico casal que acha que a educação é função primordial da escola. Enquanto o filho vai se tornando um marginal.
Lamentável!

Vamos unir forças. Educadores e pais.
> Mostrar para os jovens o Uso e os efeitos das drogas pode ajudar no combate deste vício.
> Solicitar reforço policial próximo às escolas deve reduzir o número de traficantes nas proximidades das escolas ( Como se esse reforço não fosse um dever, né? )
Enfim... Unindo forças, afastamos nossos jovens deste mundo negro das drogas.
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